1 de fev. de 2012
10 de jan. de 2012
27 de ago. de 2011
Koolhaas em Brasília
| Rem Koolhaas, Petra Blaisse e Elane Ribeiro |
| Plateia |
Elogiando as soluções técnicas de projeto, Mr. Koolhaas dedicou parte de seu tempo em Brasília a uma conversa com os estudantes da UNB, no auditório do Beijódromo. Em suas palavras iniciais, pediu que não fossem feitas perguntas sobre Brasília [ele não se acha em condições de falar sobre a cidade...rs]. Foi um dia de conquista para os debates sobre a cidade contemporânea e uma oportunidade única para os alunos da FAUUNB...em breve, mais detalhes.
Petra Blaisse também roubou a cena e arrancou aplausos, ao dizer que arquitetos devem trabalhar como um time, em sintonia, como uma orquestra!
A conversa/palestra foi uma iniciativa da FAU, em especial com o apoio e a eficiência da prof. Elane Peixoto Ribeiro.
Sandra Pantaleão
25 de ago. de 2011
Exposição da LINA com REM KOOLHAAS
O arquiteto holandês Rem Koolhaas, a designer holandesa Petra Blaisse e o curador suíço Hans Ulrich Obrist desembarcaram no último domingo para uma temporada rápida no Brasil. A razão da viagem do trio é a divulgação da mostra sobre a Casa de Vidro, curada por Obrist, que será realizada em setembro de 2012. “Será uma forma de revisitar essa importante obra de Lina Bo Bardi”, disse o suíço, durante a palestra que aconteceu hoje no Teatro Sesc Pompéia. “A idéia é conectar a Casa de Vidro com obras de diversos arquitetos, artistas e designers, a exemplo de Paulo Mendes da Rocha e Ernesto Neto.”
Em entrevista exclusiva a Casa Vogue, Koolhaas revelou, no entanto, que ainda não definiu a obra com a qual irá participar. “Ainda não sei o que vou fazer para a mostra, mas decidi fazer parte do projeto, pois já realizei diversos trabalhos com Hans e confio nos seus projetos.” Alto, magro, careca, de camisa e calça de tecido leve cinza, Koolhaas é a imagem do cool man. Durante a palestra, ele disse à platéia repleta de jovens que decidiu tornar-se arquiteto quando se deparou, no início dos anos 1960, com uma capa da revista Time mostrando a cidade de Brasília. “Pensei seriamente em virar arquiteto, mas um arquiteto brasileiro”, brincou. “Quem sabe agora eu migro para cá.”
O holandês disse, ainda, que não tem nenhum projeto arquitetônico em vista no Brasil. “Mas gostaria muito de trabalhar aqui. É a segunda vez que venho ao País, a primeira foi há 12 anos, também para participar de uma mostra de arte. São Paulo tem muitas coisas para fazer, e se pudesse faria inicialmente um projeto de residência popular.” (JENNIFER GONZALES)
9 de jul. de 2011
Cidadania e a Vila Redenção - uma ilha numa região nobre?
Não é porque se trata do primeiro Conjunto Habitacional de Goiânia, que podemos deixar desapercebida sua situação ante à expansão e especulação imobiliária da Região Sudeste. Tornar o bairro isolado, como apenas uma linha de passagem, ignorando aqueles que lá estão há quase 40 anos é um desacato. vejam a entrevista de Aurea de Souza Pantaleão, publicada no Diário da Manhã.
De fato, a periferia das cidades são os lugares de grande dinâmica da vida contemporânea, ignorar o que está lá não vai ser a solução para o crescimento da cidade, que diga-se de passagem é desordenado.
De fato, a periferia das cidades são os lugares de grande dinâmica da vida contemporânea, ignorar o que está lá não vai ser a solução para o crescimento da cidade, que diga-se de passagem é desordenado.
5 de jul. de 2011
Renzo Piano projeta novo edifício para ópera e biblioteca nacional na Grécia
Uma espécie de centro cultural, mas com os traços de Renzo Piano. Linhas retas e racionais e cores neutras. Uma obra que marca um país em crise.
28 de jun. de 2011
Arquiteto João Pedro Backheuser vence o Concurso Porto Olímpico
Resultado do concurso para o Porto Olímpico Rio 2016 foi divulgado hoje.
Vencido por João Pedro Backheuser [para conhecer mais este arquiteto, clique aqui] a proposta visa a integração da área e criação de um bairro.
Será possível um bairro sustentável, ou um projeto com consciência, responsabilidade e reversibilidade ambiental?
Em breve uma crítica e uma análise do projeto.
Vencido por João Pedro Backheuser [para conhecer mais este arquiteto, clique aqui] a proposta visa a integração da área e criação de um bairro.
Será possível um bairro sustentável, ou um projeto com consciência, responsabilidade e reversibilidade ambiental?
Em breve uma crítica e uma análise do projeto.
23 de jun. de 2011
Mais um professor efetivo para o Curso de Arquitetura da UEG

Sabemos que ainda é pouco. Precisamos de mais professores, mas acabamos de receber uma notícia e tanto.
A prof. Celina Manso está prestes a assumir sua vaga como Professora Efetiva do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UEG!!!!
21 de jun. de 2011
Transformações das cidades na contemporaneidade
Buenos Aires
Hong Kong
Pequim
Uma interpretação da capital chinesa e seus novos edíficios logos da arquitetura contemporânea.
A construção da cidade urbana e o contraste com a cultura.
17 de jun. de 2011
temos casas, onde estão as cidades?
Um texto de Sergio Magalhães, que diz muita coisas sobre as Políticas de Habitação de Interesse Social, em que precisamos refletir sobre o que estamos fazendo com nossas cidades.
Texto na íntegra aqui.
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| Foto: Dionísio Gonzalez em O Globo |
Os programas se sucederam: Casa Popular, Institutos de Aposentadoria, BNH, Caixa,Minha Casa, Minha Vida. Em todos, os governos assumiram o protagonismo na produção da moradia: decidiam onde, como e o que construir. Os empresários atuam como empreiteiros, isto é, constroem mas não empreendem.
Tampouco as famílias participam do processo, senão ao cabo, para morar. Onde? Como? Em que condições? Do modo como os governos decidiram com seus construtores. [Drops]
Texto na íntegra aqui.
China e seus 800 arranha-céus....
Uma pesquisa avalia a expansão e as transformações de Beijing...Segundo a pesquisa a cada 5 dias surge um novo arranha-céu na cidade nos próximos três anos.
de um país rural e populoso, o skyline da cidade cada dia mais preenchido por inúmeros edifícios, muitas vezes, de arquitetos renomados e cada vez os mais altos do mundo.
Informações By ARQ!Bacana
de um país rural e populoso, o skyline da cidade cada dia mais preenchido por inúmeros edifícios, muitas vezes, de arquitetos renomados e cada vez os mais altos do mundo.
Informações By ARQ!Bacana
15 de jun. de 2011
mais um livro bacana
Um livro bem ilustrado com a distribuição geográfica da arquitetura contemporânea.
Um passeio pelo globo e as mais recentes obras de arquitetura. Mais detalhes aqui.
Um livro bacana
Um livro muito bacana, com projetos de importantes arquitetos que tratam de um tema recorrente e familiar: unidades de habitação coletiva.
Vale a pena ter um desse. Mais informações clique aqui.
Com diagramas e esquemas gráficos interessantes.
Vale a pena ter um desse. Mais informações clique aqui.
Com diagramas e esquemas gráficos interessantes.
21 de mai. de 2011
O debate da arquitetura é um bom caminho para a cidade
Sérgio Magalhães sempre nos dando boas dicas de como pensar a relação entre arquitetura e cidade, e como o debate não pode esquecer nenhuma coisa nem outra. Vale a pena tirar alguns minutos para ler seu belo texto publicado no Globo, em 07/05/2011.
*Artigo publicado originalmente no Globo de 07/05/2011
A cidade é o maior artefato da cultura. E a cidade contemporânea é um fenômeno em dimensões tais que supera todas as experiências sociais precedentes.O objeto da arquitetura deixou de ser o edifício excepcional que se construía artesanalmente e tornou-se o conjunto de intervenções modificadoras do ambiente construído. A arquitetura é a cidade contemporânea em suas múltiplas conformações, desde o domicílio familiar até às grandes estruturas ambientais em escala territorial.
Com a industrialização, em resposta ao desafio das grandes demandas,a arquitetura despiu-se dos cânones, dos ornamentos, das simetrias. Voltou-se para a efetividade. Uma nova estética foi proposta. O simples, o despojado, oracional assumiram o centro da beleza. Novas tecnologias foram concebidas, compatíveis com a multiplicação.
Tudo novo, nada do que fora herdado seria compatível com os novos tempos. Os arquitetos voltaram-separa cidades ideais e edifícios exemplares,os quais deveriam cumprir o papel de faróis do futuro.
Quando o tempo das certezas absolutas ruiu, percebeu-se que a cidade que resistira à avalanche destrutiva modernista tinha valores importantes a manter. Ela já não era mais necessariamente descartável. A cidade produzida pelas multidões se manifesta em toda sua concretude.
As edificações espetaculares não resumem a arquitetura que o século XX produziu. Mas se encontra na grande cidade um dos esteios do desenvolvimento que o mundo experimentou. Foi a cidade quem deu abrigo ao sonho urbano, quem permitiu o avanço da educação,da saúde, do lazer. Por precária com que possa ser percebida, é ela a grande arquitetura deste século XXI.
Mas não é única.
Os novos tempos, diferentemente do que imaginavam os modernos, não é o lugar da padronização, mas da diversidade. É a multiplicidade que caracteriza o ambiente contemporâneo. Assim, a arquitetura é também diversa, múltipla, e acolhe inúmeras manifestações. Ela é complexa no fazer e, obviamente, no ensinar. Já não se retém nos gestos geniais autônomos. Paisagem, escala, ambiente, patrimônio são atributos que ajudam a configurar uma arquitetura contemporânea que não se apoia mais na exceção, mas na qualidade em sinergia com o existente, na contiguidade. É uma nova ética e uma nova estética.
Mas nossas cidades permanecem sob tutela de legislação calcada nos velhos conceitos. Há uma verdadeira inércia epistemológica a promover obras que nascem velhas —onde os valores se apoiam em índices inespaciais, em contas imobiliárias, referenciados ao domínio do lote, não ao contexto. Ao objeto mais do que às suas relações.
Avultam objetos arquitetônicos absorvidos na autor referência. Construções exibicionistas, na ânsia de se afirmar em ícones, ainda que vazios de significado. Quase big brothers arquitetônicos, cujos 15 minutos de fama infelizmente se estenderão por décadas.
Especialmente dos equipamentos públicos, os quais carregam consigo uma representação social, é espera-da uma atenção ao espaço coletivo.
Nesse sentido, é bem-vindo o decreto do prefeito do Rio determinando que novas construções sejam previamente avaliadas quanto ao estarem em acordo com os ambientes que as acolhem. Ele por certo evitará que outras obras-primas da insolência ambiental sejam erguidas na nossa cidade. Será tanto mais desejável que, em passo seguinte,o decreto seja transformado em lei, dando-lhe perenidade.
Estamos em um bom momento para essa reflexão
O país está crescendo, grandes recursos são destinados à construção. Infraestruturas estão sendo projetadas, aeroportos, conjuntos corporativos, bairros inteiros. Mas é preciso que cada obra seja qualificadora do ambiente. Aí, no caso das obras públicas, suas escolhas não podem continuar sendo por menor preço de projeto. Pois, em um passo seguinte,para além de aditivos na construção, transformam-se em monumentos à desconsideração da cidade.
Precisamos incorporar a dimensão contemporânea da sustentabilidade, seja na produção edilícia ou na urbana. Nesse aspecto, desde a década de 1990, o país tem tido boas experiências, o Rio, em especial, com intervenções qualificadoras do ambiente existente. Programas de urbanização de favelas e os de tratamento ambiental de centros de bairros são exemplos que se disseminam.
Mas, por complexo que se tenha tornado o fato arquitetônico, é essencial que seja compreendido na sua inteireza cultural. E o debate das expressões-limites, das arquiteturas que nos encantam e das que nos agridem,é muito desejável.
O debate da arquitetura é um bom caminho para a cidade.
Mais detalhes no blog Cidade Inteira
Confira também o blog
Cidade Inteira: Agora é Foster
Confiram!
Interlocuções: Arquitetura Moderna no Brasil. O Caso de Goiânia e Outras Modernidades
2º Ciclo de palestras acerca do patrimônio recente, visando a preservação dos objetos arquitetônicos com características modernas.
Confira a programação e participe!
Ficha de Inscrição
Confira a programação e participe!
Ficha de Inscrição
14 de mai. de 2011
Cartazes: uma viagem à história
A história do mundo contada pelos cartazes!
Está disponível no site Poster Gallery uma série de cartazes, com os mais variados temas que nos ajudam a entender melhor os acontecimentos e períodos históricos, como por exemplo os cartazes de guerra, alguns muito conhecidos, ou de professores, um tanto quanto inusitado.
Conforme publicado no site da FAUUSP, a iniciativa é da Nanyang Technological University, de Cingapura, com a participação de uma equipe interdisciplinar de pesquisadores brasileiros.
Boa navegação!
Está disponível no site Poster Gallery uma série de cartazes, com os mais variados temas que nos ajudam a entender melhor os acontecimentos e períodos históricos, como por exemplo os cartazes de guerra, alguns muito conhecidos, ou de professores, um tanto quanto inusitado.
Conforme publicado no site da FAUUSP, a iniciativa é da Nanyang Technological University, de Cingapura, com a participação de uma equipe interdisciplinar de pesquisadores brasileiros.
Boa navegação!
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