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1 de fev. de 2012
27 de ago. de 2011
Koolhaas em Brasília
| Rem Koolhaas, Petra Blaisse e Elane Ribeiro |
| Plateia |
Elogiando as soluções técnicas de projeto, Mr. Koolhaas dedicou parte de seu tempo em Brasília a uma conversa com os estudantes da UNB, no auditório do Beijódromo. Em suas palavras iniciais, pediu que não fossem feitas perguntas sobre Brasília [ele não se acha em condições de falar sobre a cidade...rs]. Foi um dia de conquista para os debates sobre a cidade contemporânea e uma oportunidade única para os alunos da FAUUNB...em breve, mais detalhes.
Petra Blaisse também roubou a cena e arrancou aplausos, ao dizer que arquitetos devem trabalhar como um time, em sintonia, como uma orquestra!
A conversa/palestra foi uma iniciativa da FAU, em especial com o apoio e a eficiência da prof. Elane Peixoto Ribeiro.
Sandra Pantaleão
28 de jun. de 2011
Arquiteto João Pedro Backheuser vence o Concurso Porto Olímpico
Resultado do concurso para o Porto Olímpico Rio 2016 foi divulgado hoje.
Vencido por João Pedro Backheuser [para conhecer mais este arquiteto, clique aqui] a proposta visa a integração da área e criação de um bairro.
Será possível um bairro sustentável, ou um projeto com consciência, responsabilidade e reversibilidade ambiental?
Em breve uma crítica e uma análise do projeto.
Vencido por João Pedro Backheuser [para conhecer mais este arquiteto, clique aqui] a proposta visa a integração da área e criação de um bairro.
Será possível um bairro sustentável, ou um projeto com consciência, responsabilidade e reversibilidade ambiental?
Em breve uma crítica e uma análise do projeto.
21 de jun. de 2011
Transformações das cidades na contemporaneidade
Buenos Aires
Hong Kong
Pequim
Uma interpretação da capital chinesa e seus novos edíficios logos da arquitetura contemporânea.
A construção da cidade urbana e o contraste com a cultura.
17 de jun. de 2011
temos casas, onde estão as cidades?
Um texto de Sergio Magalhães, que diz muita coisas sobre as Políticas de Habitação de Interesse Social, em que precisamos refletir sobre o que estamos fazendo com nossas cidades.
Texto na íntegra aqui.
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| Foto: Dionísio Gonzalez em O Globo |
Os programas se sucederam: Casa Popular, Institutos de Aposentadoria, BNH, Caixa,Minha Casa, Minha Vida. Em todos, os governos assumiram o protagonismo na produção da moradia: decidiam onde, como e o que construir. Os empresários atuam como empreiteiros, isto é, constroem mas não empreendem.
Tampouco as famílias participam do processo, senão ao cabo, para morar. Onde? Como? Em que condições? Do modo como os governos decidiram com seus construtores. [Drops]
Texto na íntegra aqui.
China e seus 800 arranha-céus....
Uma pesquisa avalia a expansão e as transformações de Beijing...Segundo a pesquisa a cada 5 dias surge um novo arranha-céu na cidade nos próximos três anos.
de um país rural e populoso, o skyline da cidade cada dia mais preenchido por inúmeros edifícios, muitas vezes, de arquitetos renomados e cada vez os mais altos do mundo.
Informações By ARQ!Bacana
de um país rural e populoso, o skyline da cidade cada dia mais preenchido por inúmeros edifícios, muitas vezes, de arquitetos renomados e cada vez os mais altos do mundo.
Informações By ARQ!Bacana
21 de mai. de 2011
Interlocuções: Arquitetura Moderna no Brasil. O Caso de Goiânia e Outras Modernidades
2º Ciclo de palestras acerca do patrimônio recente, visando a preservação dos objetos arquitetônicos com características modernas.
Confira a programação e participe!
Ficha de Inscrição
Confira a programação e participe!
Ficha de Inscrição
14 de mai. de 2011
Fundamentos em Arquitetura e Urbanismo
Recomendo este livro para quem vai fazer TFGR e quem quer ingressar no universo da arquitetura, especialmente.
Ilustra o processo e etapas do projeto, em que a diagramação e as imagens tornam-se de fácil leitura e compreensão.
Ilustra o processo e etapas do projeto, em que a diagramação e as imagens tornam-se de fácil leitura e compreensão.
Livro sobre História da Arquitetura e Urbanismo
“Mais do que estimular o leitor a observar, este livro estimula-o a enxergar. O que exige ir além da imagem projetada na retina e chegar a um processo de análise e julgamento crítico”, explica Michael Fazio, um dos autores do livro A História da Arquitetura Mundial.
Publicado pela Bookman/McGrawHill, o livro, que além de Fazio, tem Marian Moffett e Lawrence Wodehouse como autores, é o único a analisar de forma detalhada a arquitetura ocidental - que inclui a América Pré-Colombiana -, e ainda introduzir a arquitetura do Oriente Médio. A publicação conta com discussões artísticas, econômicas, ambientais, políticas, econômicas, sociais e tecnológicas a cerca da arquitetura, a fim de determinar até que ponto as edificações atendem às necessidades dos clientes, de suas sociedades e das gerações futuras.
O livro conta com desenhos e mais de 800 fotografias que exemplificam o pragmatismo, a criatividade e o valor estético das edificações ao longo da história.
A HISTÓRIA DA ARQUITETURA MUNDIAL
Editora Bookman/McGrawHill
Autores Michael Fazio, Marian Moffett, Lawrence Wodehouse
3ª edição - 616 páginas
Preço R$ 158 – desconto especial de 20% para leitores do ARQ!BACANA no link: http://bit.ly/arqmundial
Fonte: ARQ!Bacana
14 de abr. de 2011
Correntes e Vertentes pós modernas
A busca pelo significado da arquitetura tem despertado nos últimos 40 anos uma revisão do escopo teórico da Arquitetura. Neste panorama, apresentamos algumas posturas e seus autores.
No livro Uma Nova Agenda para a Arquitetura, Kate Nesbitt apresenta revisões teóricas e novas posturas para a disciplina arquitetônica, com uma seleção de textos.
No livro Uma Nova Agenda para a Arquitetura, Kate Nesbitt apresenta revisões teóricas e novas posturas para a disciplina arquitetônica, com uma seleção de textos.
6 de abr. de 2011
Repensar os conceitos da Arquitetura - o que é sustentabilidade na cidade contemporânea?
“a sustentabilidade hoje na arquitetura ocorre como uma prótese, o arquiteto trabalha num projeto e o engenheiro vem em seguida ajuntando diferentes aparelhos, equipamentos e soluções que dão uma performance melhorada ao edifício, mas que não transforma nem a mentalidade, nem o modo de vida e nem a arquitetura” (PERRAULT, 2008). Esse tipo de atitude protética apontada por ele ocasiona o que se entende normalmente por “arquitetura de catálogo”, constituída por uma bricolagem de elementos dispersos, um verdadeiro kit. [extraído de um artigo de Bruno Massara, que mantém um site muito interessante]
A colocação de Perrault evoca a atenção necessária a reler e compreender a morfologia urbana para intervir de forma a conectar e integrar as partes ao invés de isolar determinados pontos da cidade. A questão colocada constitui uma consciência de que a paisagem é que deve revelar um equilíbrio entre as ações humanas e o meio ambiente, pois o isolamento de cada elemento construído impede alcançar as dimensões sociais, econômicas e naturais, como critérios de mitigar os impactos ambientais. A metrópole interligada por sistemas de infraestrutura urbana é uma questão necessária e emergente para o século XXI.
Para Perrault, a sustentabilidade na arquitetura destoa dos discursos mais profícuos, elencando que a arquitetura deve ser durável. Mas em que sentido? Traduzindo o discurso em formas densas com multiplicidade de usos, que se diluem na paisagem e tornam parte deste todo. E isso pode ser o sentido do que denominamos por reconversão, como o conceito mais adequado às intervenções atuais: adensar por congestão. Agrupar em uma área diversas atividades, as quais permitam a sobrevida do edifício e do espaço público por maior tempo e prolongue sua permanência. A ideia de um espaço potencial, de um vazio a espera de ser tapado e preenchido, mas não completamente definido pelo projeto, pois a multiplicidade de usos está posta e novas convergências podem aparecer e suscitar a apropriação de algo latente.
Essa reflexão é um esboço das divertidas conversas de almoço...Obrigada Gustavo Amaral por incitar as propostas de intervenção urbana....
4 de abr. de 2011
25 de mar. de 2011
O discurso da pós modernidade [em construção] - a cidade como crise ou a habitação como crise da cidade
Se o Movimento Moderno foi repensado a partir dos questionamentos do TEAM 10 e os últimos 4 CIAM's, não poderíamos dizer que é a crise urbana causada tanto pela II Guerra, quanto pela descrença em um modelo universal, para a qual se voltam as propostas dos anos 1960 e, consequentemente, reconhece que não existe uma arquitetura desplugada do seu suporte material: a cidade.
Sendo assim não podemos, então, imaginar uma arquitetura sem cidade e nem mesmo uma cidade sem arquitetura.
Pensar, refletir e compreender a arquitetura dos últimos 50 anos consiste em compreender, antes de tudo, a mudança paradigmática acerca do ponto de inflexão da sua produção dos anos 1920-1950. Significa uma arquitetura que visa, antes de tudo e, apesar de suas pluralidades, contradições e complexidades, reflete sobre o legado do Movimento Moderno: que linguagem é expressa o nosso tempo? Seria uma busca por uma abstração extrema ao ponto de imaginar uma arquitetura líquida? Seria, também uma discussão sobre o significado que a obra detém ao carregar e permitir o reconhecimento de determinados tempos históricos?
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| esquemas de estrutura forma da cidade e sua relação com a casa. |
Sendo assim não podemos, então, imaginar uma arquitetura sem cidade e nem mesmo uma cidade sem arquitetura.
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| Sistema de cluster urbanos, desenvolvido pelo casal Smithson |
Ao tratar de 4 grandes temas, que se desdobram em vertentes e/ou correntes pós modernas não estaríamos falando de uma revisão de que o desprendimento do significado estava em destituir a arquitetura de uma função exclusiva e universal, atemporal e, por vezes, desconectada de seu suporte físico?
O primeiro tema, a história e o historicismo, revelam a busca por um norte, um horizonte que ficou delimitado no passado pelo estilo, modelo e o tipo. O primeiro reduzido à superfície da composição formal, reconhecendo o elemento mínimo, no caso a referência de identificação do modelo que poderia ser aplicado como pastiche e uma certa ironia ao culto historiscita da corrente contextualista. Esta, por sua vez, defende uma arquitetura inserida e harmônica, que respeite a história e o legado de tempos anteriores. Falamos, neste caso, da preocupação em conferir à cidade o todo como símbolo e não apenas como figura reduzida de um tempo histórico, o qual poderíamos aproximar da ideia de ícone, conforme a tríade de Pierce, em suas delimitações teóricas da Semiótica.

O fascínio em desvelar a estrutura organizativa da cidade como registro do tempo, de adequá-la às transformações que o pós guerra exigia, bem como o avanço das novas tecnologias, aflorou, mais uma vez na Itália [e por que não?] o forte apego à tradição clássica, retomando o método normativo do movimento moderno e dos estilos clássicos [grego, renascimento e neoclássico] nas obras dos anos 1960-1970, de forma tal que há um aprofundamento em defensa da idéia de uma estrutura mais ou menos fixa, que é referencial de projeto e possibilita a reinterpretação da história, contextualizada à realidade. Parte-se, portanto, de um modelo idealizado que seria a ideia do funcionalismo ingênuo atribuído por Aldo Rossi (1966) ao Movimento Moderno, buscando ligar à história as próprias transformações: há uma nítida necessidade de encontrar uma referência, ainda que abstrata para a arquitetura como expressão dotada de valor estético.
Isso porque a referência ou a ideia central do Movimento Moderno havia sido abalada. A estética da máquina revelou-se desprendida do território, pois, se olharmos com mais cuidado a sua difusão, poderemos verificar variações, sutis ou mais intensas, como é o caso brasileiro, onde tradição e modernidade possibilitam novas interpretações.
Temos na postura do resgate da história e do historicismo, portanto, vertentes distintas e que se manifestaram em diversos pontos do globo, o que, em seguida permitirá entender as discussões acerca do sentido da arquitetura, retratando a ênfase à forma e conteúdo. Qual é o significado que aquela estrutura compositiva permite? Ou ainda como a construtibilidade pode ter uma expressão plástica?
Os caminhos foram abertos pela crise, uma vez que há um tendência em repensar o papel da arquitetura como manifestação cultural e, com isso, a teoria uma investigação do processo de projeto, isto é, esmiuçar como esta manifestação cultural é construída, como pode ser vista como conhecimento. [continua em breve...]
a utilização destas ideias é livre, desde que seja referenciada. A opinião aqui é de responsabilidade exclusiva das reflexões que o ensino em arquitetura permite, não sendo ainda uma verdade absoluta e incontestável.
Este texto é de autoria Sandra Catharinne Pantaleão Resende.
Professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UEG e PUC-GO.
Doutoranda em Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo [PPG-FAU-UnB].
| Centro Cívico Esportivo e Arena Nacional dos Jogos de 2013, na China, do escritório norte-americano Emergent Tom Wiscombe |
O primeiro tema, a história e o historicismo, revelam a busca por um norte, um horizonte que ficou delimitado no passado pelo estilo, modelo e o tipo. O primeiro reduzido à superfície da composição formal, reconhecendo o elemento mínimo, no caso a referência de identificação do modelo que poderia ser aplicado como pastiche e uma certa ironia ao culto historiscita da corrente contextualista. Esta, por sua vez, defende uma arquitetura inserida e harmônica, que respeite a história e o legado de tempos anteriores. Falamos, neste caso, da preocupação em conferir à cidade o todo como símbolo e não apenas como figura reduzida de um tempo histórico, o qual poderíamos aproximar da ideia de ícone, conforme a tríade de Pierce, em suas delimitações teóricas da Semiótica.
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| Piazza d'Italia - Charles Moore - arquitetura e ícone - aplicação de elementos estilísticos. |
Teatro del Mondo, Aldo Rossi, 1979. o símbolo como referente da história e da cidade - o contexto do signo e do significante
O fascínio em desvelar a estrutura organizativa da cidade como registro do tempo, de adequá-la às transformações que o pós guerra exigia, bem como o avanço das novas tecnologias, aflorou, mais uma vez na Itália [e por que não?] o forte apego à tradição clássica, retomando o método normativo do movimento moderno e dos estilos clássicos [grego, renascimento e neoclássico] nas obras dos anos 1960-1970, de forma tal que há um aprofundamento em defensa da idéia de uma estrutura mais ou menos fixa, que é referencial de projeto e possibilita a reinterpretação da história, contextualizada à realidade. Parte-se, portanto, de um modelo idealizado que seria a ideia do funcionalismo ingênuo atribuído por Aldo Rossi (1966) ao Movimento Moderno, buscando ligar à história as próprias transformações: há uma nítida necessidade de encontrar uma referência, ainda que abstrata para a arquitetura como expressão dotada de valor estético.
Isso porque a referência ou a ideia central do Movimento Moderno havia sido abalada. A estética da máquina revelou-se desprendida do território, pois, se olharmos com mais cuidado a sua difusão, poderemos verificar variações, sutis ou mais intensas, como é o caso brasileiro, onde tradição e modernidade possibilitam novas interpretações.
Temos na postura do resgate da história e do historicismo, portanto, vertentes distintas e que se manifestaram em diversos pontos do globo, o que, em seguida permitirá entender as discussões acerca do sentido da arquitetura, retratando a ênfase à forma e conteúdo. Qual é o significado que aquela estrutura compositiva permite? Ou ainda como a construtibilidade pode ter uma expressão plástica?
Os caminhos foram abertos pela crise, uma vez que há um tendência em repensar o papel da arquitetura como manifestação cultural e, com isso, a teoria uma investigação do processo de projeto, isto é, esmiuçar como esta manifestação cultural é construída, como pode ser vista como conhecimento. [continua em breve...]
a utilização destas ideias é livre, desde que seja referenciada. A opinião aqui é de responsabilidade exclusiva das reflexões que o ensino em arquitetura permite, não sendo ainda uma verdade absoluta e incontestável.
Este texto é de autoria Sandra Catharinne Pantaleão Resende.
Professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UEG e PUC-GO.
Doutoranda em Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo [PPG-FAU-UnB].
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